Intervalo de Esperança
Um ligeiro intervalo d'esperança,
Foi a minha escapada da rotina...
Cada dia uma glória repentina,
Cada noite a euforia da mudança!
Um ligeiro intervalo d'esperança,
E, eu julguei ter achado a minha sina.
Vi, num "torpedo" aquela luz divina...
Voltei a ser poeta... A ser criança!...
Foi a minha "embriaguês" dos impossíveis,
Ilusão de vencer os invencíveis
E alcançar o que ninguém alcança!...
Mas foi bom. Foi muito mais do que mereço...
Que hoje em desespero eu te agradeço,
Aquele ligeiro intervalo d'esperança!...
Autor desconhecido.

Gostaria de saber como comentar sobre o belo soneto acima, apresentado por luizrosoares, cujo autor ele diz desconhecer? Como poderei postar este comentário? Basta clicar em "Postar comentário"? Se sim, já o fiz.
ResponderExcluirO poema postado por mim de maneira erronea - exatamente como chegou a mim originalmente e sem título, a cujo intitulei "Intervalo de Esperança", descobri, após pesquisa, tratar-se do belo poema de Giuseppe Ghiaroni, intitulado INTERMEZZO, que gostaria de repostar já corrigido. Infelizmente, ainda não sei como fazê-lo...
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